sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Ondas sismicas foram geradas durante deslizamento em mineradora de MG

O deslizamento de terra ocorrido com o rompimento da barragem de rejeito da Mineração Herculano no município de Itabirito, MG, gerou vibrações na forma de ondas de superfície que foram registradas em toda a Rede Sismográfica do Brasil (RSBR).
Os registros destas ondas correspondem a uma magnitude 3.0 na escala Richter e indicam que as ondas se iniciaram aproximadamente as 07:45 (BRT). A RSBR é mantida pela parceria entre USP, UnB, ON, UFRN e colaboradores.


As figura apresenta os registros das ondas sísmicas cujo período de oscilação varia entre 20 e 30 segundos!


Fonte: Centro de Sismologia/USP

Music for Seismologist - Wave after Wave

Wave after wave




quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Oportunidade na Sismologia da USP!!!

O Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo está com duas oportunidades de emprego para técnico, com salário mensal bruto que chega a R$ 3000. Veja as imagens:




Fonte: Centro de Sismologia - USP(Facebook)

Tremor no Rio Grande do Norte

Recentemente, dois tremores ocorridos na cidade de Taipu/RN foram registrados pelo Laboratório de Sismologia da UFRN. O primeiro ocorreu no dia 01/09 na qual teve magnitude de 2.0 e o segundo no dia 09/09 com magnitude de 2.5.

                                                                                       Epicentro do dia 01/09

                                                                                      Epicentro do dia 09/09

Na região do município de Taipu já são conhecidas varias áreas epicentros sendo todas próximas da cidade. O evento de maior magnitude 4.3 ocorreu em janeiro de 2010 a oeste da cidade e, portanto, a atual área sísmica ativa é diferente da anterior.

Fonte: UFRN



terça-feira, 11 de março de 2014

 Feito para Portugal, onde o risco que atividade sísmica é maior., algumas itens não são necessários. Muito bem elaborado e um texto formidável!!! Tradução bem feita!!

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Como se Preparar para um Terremoto - wikiHow
Como se Preparar para um Terremoto. Um terremoto trata-se de um fenômeno natural profundamente destrutivo, particularmente nas regiões de risco ...

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

M5.0 - SOUTH ATLANTIC OCEAN

Magnitude 5.0
Date-Time
  • 20 Feb 2014 16:28:50 UTC
  • 20 Feb 2014 13:28:50 near epicenter
  • 20 Feb 2014 16:28:50 standard time in your timezone
Location 36.425S 39.581W
Depth 14 km
Distances
  • 1206 km SE de Cidreira, Brazil
  • 1214 km SE de Tramandai, Brazil
  • 1222 km SE de Capao da Canoa, Brazil
  • 1231 km SE de Osorio, Brazil
Tremor um pouco distante do Sul!
Fonte:USGS


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Ainda TEM vagas para os dois cursos de Sismologia na Escola de Verão do IAG:

Ainda TEM vagas para os dois cursos de Sismologia na Escola de Verão do IAG:


 "Introdução à Sismologia" (03 a 07/02/2014, na parte da manhã) Este curso é feito quase todo com práticas de sismologia, e destinado a pessoal de exatas sem experiência em Sismologia, ou iniciando estudos em Sismologia. Algum conhecimento de linux é desejável.


"ObsPy: Phyton para Sismologia" (10 a 14/02, parte da tarde) Curso pra quem já trabalha com Sismologia e deseja ser mais eficiente para baixar dados e fazer processamentos básicos.


Mais informações em: http://www.iag.usp.br/geofisica/escolaverao

Recomendo!!!!!!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Sonorização do Terremoto de Tohoku/Sendai Coast, Japão, 2011/03/11


M5.5 - MENDOZA, ARGENTINA

Esse Terremoto, provavelmente sentido no Brasil, mas devido o horário acredito que poucas pessoas sentiram ou nem perceberam!!!

Magnitude5.5
Date-Time
  • 15 Nov 2013 06:19:12 UTC
  • 15 Nov 2013 03:19:13 horário local
Location32.653S 67.457W
Depth19 km
Distances
  • 105 km  ENE of San Martin, Argentina
  • 122 km  WNW of La Punta, Argentina
  • 126 km  NW of San Luis, Argentina
  • 131 km  ENE of Mendoza, Argentina
  • 311 km  ENE of Santiago, Chile

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Tremor no NE!!

Eitá que está tremendo no Nordeste

Até agora três tremores, nada comparado como os tremores ou melhor com os terremotos no Japão ou Chile por exemplo.

23/10 Craccho Cardoso - SE (foi sentido em várias cidades)
24/10 Sobral-CE
25/10 Pedra Preta-RN (Sentido em Natal)

Natal começa sentir mais os tremores, devido o crescimento do números de prédios, eles já tem uma oscilação própria que pode ser ampliada ou atenuada com o Tremor.

Abraços a todos

terça-feira, 24 de setembro de 2013

M7.4 - Paquistão

Fonte: USGS relatório preliminar


 Magnitude 7.4


Dia-hora
24 Set 2013 11:29:49 UTC
24 Set 2013 16:29:49 Local

Localização 27.026N 65.521E
Profundidade 22 km

Distancias

69 km NNE de Awaran, Paquistão
118 km NW de Bela,
 172 km S de Kharan,

domingo, 25 de agosto de 2013

Trailer recria terremoto e radiação nuclear que aterrorizou o Japão

Filme já está disponível na internet!!

Mais segue mais informações do The Land of Hope

By: Mayara Maluceli (Copiado do  Pipocamoderna )


Foi divulgado o trailer britânico do drama japonês “The Land of Hope” (Kibô no kuni), dirigido pelo premiado cineasta Shion Sono (“O Pacto”). O vídeo apresenta a família Ono, que vive na zona rural durante um terremoto que desencadeia um desastre nuclear. Intenso, o trailer mostra a região devastada e a recusa dos moradores em abandonar o local, que é rapidamente cercado por militares em trajes anti-radiação.
A trama evoca o terremoto de março de 2011, que provocou explosões em três reatores da usina nuclear de Fukushima, liberando radiação em níveis preocupantes. A tragédia causou comoção mundial e criou cidades fantasmas, abandonadas pela população.
Exibido no Festival de Toronto no ano passado, “The Land of Hope” estreou em outubro no Japão e ainda não tem previsão de lançamento comercial nem nos EUA nem no Brasil.

 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Um espião no cerrado brasiliense

Mais um excelente texto do Professor Alberto Veloso. 


ALBERTO VELOSO
Geólogo e professor aposentado da UnB, trabalhou nas Nações Unidas e
é autor do livro O terremoto que mexeu com o Brasil

Publicação: 16/08/2013 04:00

As recentes notícias da existência de um programa de espionagem norte-americano sobre informações brasileiras me faz antecipar a divulgação de uma curiosa história que integra um livro que ora escrevo. Acredito ser também boa oportunidade para refletirmos sobre a vulnerabilidade de nossa nação ante o vertiginoso progresso da tecnologia da informação.

Eram os anos de 1980 e, dirigindo a Estação Sismológica da Universidade de Brasília, recebia diferentes visitantes, pois os terremotos atraem a curiosidade de muitas pessoas. Certa vez, apareceu um jovem diplomata estrangeiro se expressando em bom português — aqui ele será chamado de Mr. X. Fez perguntas sobre sismologia, interessou-se pelo sistema de registro e ouviu a reprodução sonora de um terremoto. Ao final, agradeceu e, como muitos, prometeu regressar. E voltou. Às vezes para dizer alô e outras para deixar revistas de seu país.

Um dia perguntou se havíamos registrado determinada explosão nuclear e, verificando os boletins, confirmei o fato. Em Brasília só detectávamos as mais potentes, mas indiretamente tínhamos os dados de todas as detonações, por meio de boletins fornecidos pelo Serviço Geológico Americano e distribuídos a vários centros de sismologia. Mr. X solicitou uma cópia daqueles dados e lhe dei, já que eram públicos e qualquer entidade que recebesse o boletim poderia utilizar e divulgar seu conteúdo. Nada havia de secreto, apenas teríamos de citar a fonte da informação. Mas confesso que fiquei intrigado com o pedido.

Naqueles anos, as principais potências nucleares procuravam negociar um tratado de limitação de testes nucleares, mas o horizonte continuava escuro e cheio de incertezas. O muro de Berlim permanecia em pé, os principais atores corriam para expandir seus arsenais e as explosões continuavam sacudindo as áreas de testes nos Estados Unidos e na União Soviética e, pouco menos, na China e na França.

Passado um tempo, Mr. X regressou. Desejava informações de outros dois ou três testes. Explicou que estava atendendo pedido de um professor pesquisador de seu país, que tinha dificuldades de conseguir tais dados — terremotos e explosões são as principais ferramentas que ajudam a conhecer o interior da Terra. Eu já havia visitado o país dele, conhecido cientistas e centros de pesquisas, observado coisas boas e ruins. Sua história soava fraca, mas poderia ser verdadeira. Acabei cedendo. Quando voltou a requisitar novas informações, educadamente neguei. Para mim, não estavam claros suas intenções e o destino dos dados. Acrescentei que a informação que ele buscava não era de forma nenhuma secreta, mas não seria eu a fornecê-la. Suas visitas findaram, mas a história não.

Um dia ele ligou e convidou-me para um chopinho. Conversa vai, conversa vem, depois de alguns copos, sem qualquer pudor, ele falou: “Estou autorizado a lhe pagar US$ 1.500, que poderão subir para US$ 2 mil, todos os meses. Precisamos de sua cooperação. Queremos que você forneça, rotineiramente, aqueles dados sobre as explosões atômicas”. Atônito, não acreditava no que ouvia. Parecia mais coisa de cinema, ou livro de ficção. Mas, não. À minha frente, abaixo do céu de Brasília, havia um espião de carne e osso, querendo me corromper. Ele não estava atrás somente de dados, deveria querer informações de equipamentos, projetos internacionais e outras coisas.

O simpático diplomata havia tirado a máscara. Minha surpresa virou indignação, mas reagi com calma. Medindo as palavras, mas em tom enérgico, lhe disse que a partir daquele momento encerrava qualquer possibilidade de futuros contatos. Levantei-me da mesa dizendo: “Já que você tem tanta grana, pague a conta”. Nunca mais o vi, nem nas reuniões em Genebra, quando participava da Conferência sobre Desarmamento, ou quando trabalhei para a ONU, em Viena, por sete anos.

A espionagem sempre existiu e talvez nunca acabe, pois a informação traz conhecimento e, acima de tudo, poder. Cabe aos que possuem informações sensíveis encontrar formas eficientes de salvaguardá-las. Nosso ministro da Defesa reconheceu a imensa distância que nos separa de países que dominam sistemas de vigilância da informação. Temos de reduzir este gap e não basta só patriotismo, boa vontade ou espada. Desenvolver e cultivar o saber em toda sua plenitude, com muito talento humano e adequados recursos financeiros é uma receita, pois hoje a guerra é cibernética.

Correio Braziliense, Opinião: 16/08/2013

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

"Aftershock" Filme baseado do terremoto 8.8 que aconteceu no Chile.

Banner do filme inspirado no terremoto que devastou o Chile.
Fonte: CINEPOP
O terror ‘Aftershock‘, produzido e estrelado por Eli Roth (‘O Albergue’), ganhou seu primeiro banner.    Confira:





O terror é baseado em fatos reais, inspirado no terremoto de escala 8.8 que devastou o Chile, em 2010.
O diretor Nicolás López (‘Promedio Rojo’) se inspirou em suas experiências durante o ocorrido. A trama mostra o terror causado por pacientes que fugiram de um hospício durante o caos. Roth, López e Guillermo Amoedo roteirizam. A cantora e atriz Selena Gomez (‘Os Feiticeiros de Waverly Place’) faz uma participação especial.
O filme estreia dia 16 de Agosto nos EUA.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Filme do terremoto de São Francisco - 1906 - Raridade

!8 minutos mostrando os efeitos do terremoto - magnitude estimada 7.9.

 Texto da Mental-floss (English)


On April 18, 1906, a devastating earthquake struck San Francisco. Its epicenter was a few miles from the city, but at an estimated magnitude of 7.9, it was a severe blow to what was the largest west coast city of its time. The quake was felt as far north as Oregon and as far east as Nevada. A massive fire broke out as a result of the earthquake, and the fire further devastated San Francisco, ultimately making as many as 300,000 people homeless (in a city whose population was 410,000 at the time).


 Many photographs of the earthquake damage and fire exist, but movies are relatively rare. Edison shot some, and another important motion picture is simply called San Francisco earthquake and fire, April 18, 1906. It shows some of the cleanup efforts in the still-smoldering ruins; this silent film has been preserved by the Library of Congress. In 2009, an assemblage of motion pictures (apparently including new footage) was unveiled showing the aftermath. The first part is the most interesting: a drive down main city streets, which are covered with ash and dust. There are some intact buildings, and even streetcars running. People wander among the debris, dressed in fine suits and dresses -- it seems that many are there just to witness the destruction, some are headed somewhere (to get food?), and a very few are already rebuilding. It's mesmerizing watching these people in the ruins of their city. Later footage shows the tent camps that appeared in Oakland and other nearby regions. Take a look: Read the full text here: http://mentalfloss.com/article/51974/film-san-francisco-after-1906-earthquake#ixzz2aglMoIpF --brought to you by mental_floss!

Seismic Monitor - IRIS

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